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Lula anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família, com benefício médio de R$ 777

Segundo as informações divulgadas, atualização de 15% começa em outubro e eleva o valor médio pago às famílias de R$ 675 para R$ 777. Medida deve gerar impacto de R$ 5,8 bilhões no orçamento em 2026.


Lula anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família, com benefício médio de R$ 777
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O governo federal anunciou um reajuste de 15% nos pagamentos do Bolsa Família, com previsão de início em outubro. De acordo com as informações divulgadas, o benefício médio recebido pelas famílias passará de R$ 675 para R$ 777, enquanto o valor mínimo será elevado para R$ 691.

A atualização tem como objetivo compensar a inflação acumulada desde o início do atual mandato presidencial até agosto. Segundo o Ministério do Planejamento, a medida terá um custo estimado de R$ 5,8 bilhões em 2026, com impacto projetado de R$ 22 bilhões em 2027.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que há espaço fiscal para custear a ampliação. Segundo ele, os números consolidados sobre a disponibilidade orçamentária serão apresentados no relatório oficial previsto para o fim de setembro.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

Para receber o benefício, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. Também é necessário manter os dados do Cadastro Único (CadÚnico) atualizados e cumprir as condicionalidades do programa nas áreas de saúde e educação.

Segundo informações do governo, o aprimoramento dos mecanismos de combate a fraudes e a revisão dos cadastros contribuíram para abrir espaço no orçamento destinado ao reajuste.

Benefícios adicionais

Além do valor básico, o Bolsa Família prevê adicionais conforme a composição familiar. Entre eles estão:

  • R$ 150 por criança de até 6 anos;
  • R$ 50 por gestante;
  • R$ 50 por criança ou adolescente de 7 a 18 anos incompletos;
  • R$ 50 por bebê de até 6 meses.

Os valores adicionais são cumulativos, de acordo com os critérios do programa e a composição do núcleo familiar.

A legislação permite a atualização dos valores do Bolsa Família em intervalos de até dois anos, mas não torna os reajustes obrigatórios. O governo afirma que a medida busca preservar o poder de compra das famílias atendidas e fortalecer a política de transferência de renda.




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